quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

"[JET SKI]".


"[JET SKI]".

 Ignorante massa,
 não sabem o que é jet-ski,
 e sem nenhuma graça,
 saem matando por ai!!!

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

"[TORPE]".


"[TORPE]".

 Vagar às escuras,
vagarosamente,
divagando penúrias!!!

"[MINDIM XVII]".


Para Ineifran e Luna


feliz 

sou eu

que tem



vocês

ao meu

lado



dando

tanta

paz





Forma de poema,criado por Luna Di Primo em 2011.

"[FUGA ESPETACULAR]".


"[FUGA ESPETACULAR]".

 Desde menino Lúcio,tinha o poder de manipular,os irmãos,amigos de escola enfim todos que estivessem ou vivessem ao seu redor.Fazia qualquer coisa para promover-se.
 Fez tanto que vivia num círculo vicioso,em qualquer assunto ou fato,lá estava Lúcio metido no meio.
 Foi crescendo assim sem escrúpulos ou mesmo caráter,para Lúcio o que mais importava era manipular com intenção de levar vantagens.
 Manipulou tanto até o sistema financeiro,de um certo jeito que deu à Bolsa de Valores,um enorme prejuízo.Por conta disso Lúcio foi em cana por crime no sistema,enquadrado no artigo 171 do CP brasileiro.
 Preso no sistema carcerário,sem ter nada para fazer,ou manipular ficava sentado pelos cantos.
 Lia alguns livros e passava a maior parte do tempo numa ociosidade de dar dó.Mas sua cabeça continuava só à pensar,como sairia daquele lugar que na sua concepção não foi feita para ele.
 Começou a bolar um plano mas tudo parava nas grades.Pensou e repensou começou.Arrumou uma garrafa descartável com o poder de manipular,pediu à todos que cuspissem dentro daquele recipiente.
 Ninguém entendeu.Mas com muita lábia conseguiu que todos fizessem.
 Esvaziava aquilo não deixando ninguém perceber onde jogava.
 Passou vários meses dia após dia,sempre cobrando todos para por sua saliva ali na garrafa que sumia de repente e aparecia vazia.
 Um belo dia,Lúcio desapareceu como num passe de mágica.
 Na cela em que estava preso,as grades estavam todas corroídas como se tivessem levado um banho de ácido.Que na verdade era mesmo.
 O que Lúcio fazia,pegava a saliva passava nas grades depois cobria com sabão,que em pouco tempo corroeu.
 E assim Lúcio fugiu,desaparecendo do mapa...

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

"[REI PELÉ]".






"[REI PELÉ]".

 Majestoso
 jeito de ser,
 um ator
 eterno atleta,
 de primoroso
 proceder,
 grande poeta
 exímio cantador,
 talentoso,
 como ator
 se completa,
 embaixador
 de meta,
 poderoso
 na maneira correta
 de um sonhador.
 sendo orgulhoso
 em feliz viver...

domingo, 26 de fevereiro de 2012

"[SAVEIRO DA BAHIA]".



"[SAVEIRO DA BAHIA]".

 Vai saveiro vai,
 navegando rumo ao mar,
 deixando um bem estar,
 no leito do rio que sai.

 As velas feito bandeira,
 hasteadas pelo vento,
 vai saveiro lento,
 com carrego da ribeira.

 Vai saveiro e vem,
 no rio do continente,
 de zoada permanente,
 no casco que ele tem.

 Saveiro embarcação,
 que transporta a fartura,
 com mestra estrutura,
 feita com o coração...

"[AMOR,UM BEM NECESSÁRIO]".



"[AMOR,UM BEM NECESSÁRIO]".
 
 O amor é um bem necessário,
 quem não tem procure,
 e quem tem segure,
 para não morre celibatário.
 Quem tem faça prosperar,
 com carinho e afeto,
 desenhando um projeto,
 para não se afetar...

"[TRAIÇÃO CRUEL]".





"[TRAIÇÃO CRUEL]".

 Madrugada,silencio,quietude,
 no peito do poeta trovador,
 aguardando a vicissitude,
 desse que era um grande amor.

 Em meros gestos ofendeu,
 com atos e feitos impensados,
 de libido forte que aconteceu,
 de pensamentos e fatos passados.

 Totalizou o desrespeito,
 com a força do desejo,
 que fez do mesmo jeito,
 ao dar um falso beijo.

 Despedaçou o coração,
 de quem te queria tanto,
 com essa cruel traição,
não terá perdão por enquanto...

sábado, 25 de fevereiro de 2012

"[BEIJO MATUTINO]".


"[BEIJO MATUTINO]".

 Levanto bem cedinho,
 te olho com toda ternura
 te beijo com carinho,
 com a maior candura.

 É isso que eu sinto,
 um crescer imenso,
 de desejo e instinto,
 de um ficar extenso..

 No nosso ninho ficará.
 a noite de paixão e amor,
 vejo que perpetuará,
 esse doce sabor.

 Levanto-me ao sair,
 olhando para trás,
 te dou outro par sentir,
 tudo o que tu foi capaz...

"[CASTIGO À JATO]".


"[CASTIGO À JATO]".

 Um vizinho meu chamado Egídio,num dia de domingo resolveu fazer um churrasco.Preparou a churrasqueira,carvão e o principal lindas fatias de filé mignon colocando tudo em ordem..
 Temperou à sua maneira paulista e começou.Como aperitivo tinha azeitonas,picles e acompanhava também um litro de cachaça de alambique,que tinha guardado para essa ocasião.
 E começou 'o ritual do assado'... assim que ele chamava.
 Preparou uma maionese feita em casa coisa de cozinheiro para se dar inveja.E tome-lhe cachaça,de quando em quando um tempero aqui outro ali,virava o filé pra cá e pra lá,jogava uma oliva na boca e dava dois ou três goles da malvada.
 Quando já estava para por na mesa o seu assado,bateram no portão.
 Eram pesquisadores esses que querem saber até que cor de roupa íntima que você usa e tudo o que você tem em casa.
 Sua esposa foi atende-los.E pergunta vai e pergunta vem,o tempo foi passando e a carne esfriando,e Egídio bebendo.Tomou quase tudo aquele litro daquela que era como se fosse um licor.
 E que também subia gradativamente,mas como a pesquisa nunca acabava e a cachaça começou à fazer efeito.
 E o sistema nervoso ativou-se de tanto ele chamar a esposa para almoçar e sem obter resposta insistia e nada.
 Resolveu por um fim naquele papo que na concepção dele não tinha nada há ver.Sendo que o seu churrasco já estava totalmente frio.
 Com raiva e já embebido de "prensa de alambique",passou a mão numa faca e foi lá no portão tirar satisfação e por um fim na pesquisa.
 Chegou lá,antes mesmo de começar a falar,e ainda mais com aquela faca na mão,os pesquisadores se mandaram sem sequer olhar para trás.
 Ficou um tempão falando um monte para sua esposa.
 Deu uns gritos e rumou para a mesinha que tinha deixado a carne assada o seu resto de pinga.
 Reparem na cena:Quando chegou de volta.
 O litro quebrado no chão,e seu tão esperado churrasco.
 Que churrasco?
 Só tinha o prato vazio,e seu cachorro deitado ao lado.
 Demorou tanto lá no portão que o cão não quis esperar e comeu tudo,até a bem feita maionese foi pro bucho de esfomeado cachorro!

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

"[O QUINTO ELEMENTO]".


"[O QUINTO ELEMENTO]".

 A poesia bem que poderia ser,
 o quinto elemento da natureza,
 onde todos seriam obrigados,
 à ler e escrever.
 Olha que beleza!!!

"[CABOCO CURADÔ]".


"[CABOCO CURADÔ]".

 So véio caboco,
 que ama a vida,
 meio loco,
 co'a disintivida,
 mão de dotô,
 curo um poco.

 A custia rendida,
 inté o defruço,
 quarqué firida,
 ni tudo fuço,
 ispinha dividida
 dexo debruço.

 Oio ruin,
 tiro cum fé,
 benzo ansim,
 da nuca no pé,
 na foia do alecrim,
 cum poco de mé...

"[A CLARA DE OVO MILAGROSA]".


"[A CLARA DE OVO MILAGROSA]".

Jairo era um sujeito muito bom quando estava sóbrio.
Porque  depois que bebia,virava completamente a cabeça. 
Perdia o senso de educação,moral e de respeito.
 Não obstante,também ficava violento agredia tudo que achava que não estava nos seus conformes.
 Casado com Solange tinha uma filhinha pequena.
 Fazia horrores na vila que morava.Mas no dia seguinte, vinha com tamanha vergonha e pedia desculpas quase chorando.Não faltava lhe quem dava conselhos pois em sã consiência era humilde,inocente trabalhador e prestativo.
 Como se diz o ditado popular.'Pau pra toda obra'.
 Num sábado,quando me dirigia para a feira livre,fazia um caminho por baixo de um viaduto porque é mais perto.
 Lugar ermo cheio de entulhos jogados ali.
 Do outro lado tem um bar.E quem estava lá?
 Jairo já em estado deplorável,vestido com uma camiseta regata,bermudão bem à vontade,do jeitão que gosta.
 Passei meio que se escondendo dele,sabia que se me visse não ia sair coisa boa,pelo jeito que eraquando bebia.
 Nesse bar,os frequentadores eram na maioria ajudantes de carga e descarga de cimento,próximo a uma  estação férrea de destino final,dessas mercadorias.
 Demorei na feira,antes de chegar em casa,tinha que passar na porta da dele,Jairo já estava lá caído não conseguiu subir,estava de bruços na escada.A Solange uma negra magra,encontrava-se sentada em uma banquetinha baixa.Aguardando quem passasse por ali para ajuda-la à por o danado para dentro.
Pediu-me e aceitei.
 Dando uma olhada naquela triste cena me veio uma ideia,
com a intenção de certificar mesmo se ele sofria de amnésia quando bebia.
 Pedi para ela uma xícara vazia,pequei no meu carrinho um ovo,tirei a gema deixando na casca.Levantei o elástico do bermudão e dei uma melada na suas nádegas de clara de ovo cru.E disse!Quando acordar já secou veja se ele comenta algo em relação à isso por favor!!
 Ajudei à coloca-lo no tapete,pedi à Solange para não comentar o que fiz,somente observa-lo principalmente na hora que acordar e  for tomar banho.
 No domingo de manhã fui à padaria encontrei Jairo na fila do pão,que logo veio ao meu encontro peguntando se ele não tinha feito nada de mal no dia anterior.
Respondi que,para mim não,o que tinha feito era para ele mesmo.
 E relatei o seguinte.
 Meu amigo,te gosto muito,mas o que vi ontem não acreditei.Você de quatro e o Paulão montado em cima assim sabe como é né,naquela posição tradicional!
 E o quando Paulão me viu,saiu rapidinho arrumado as calças e você,que nem se tocou continuou com o bermudão um pouco mais abaixo dos joelhos falei bem sério.
 Ficou petrificado,abaixou a cabeça pensativo,pegou o pão e saiu quase correndo de vergonha.
 E nunca mais na vida Jairo bebeu sequer um gole de álcool.
 Fez -me acreditar realmente que sofria de amnésia parcial quando ingeria bebidas alcolicas.
 E Solange me agradece todas as vezes que me encontra,e comenta.'Cadê a clara de ovo milagrosa'!!!

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

"[O ASSALTO PERFEITO]".


"[O ASSALTO PERFEITO]".


 {Introdução}.

 Anselmo Dutra,menino exemplar estudioso obediente nunca deu problemas,para ninguém.
 Cresceu ajudando o pai numa pequena relojoaria,dali saía o sustento da família.Irmão de mais dois sendo que um era menina.
 Conforme foi crescendo até chegar à fase adulta sempre teve a vontade de subir na vida.Fez cursos e mais cursos na finalidade de prosperar.Assim que seu pai morreu,Anselmo começou à tomar conta do pequeno negócio único patrimônio deixado pelo pai para o sustendo da sua mãe e do casal de irmãos menores.Usou de um curso que tinha feito,de micro-eletrônicos e ampliou os negócios.Não tinha muito lucro pois o investimento era muito alto para pouco retorno,mas assim mesmo continuou tocando.
 Aumentou o espaço físico do imóvel fez um cantinho que ele chamava de."O CANTINHO DAS IDÉIAS".Ali ele ficava horas e horas desmontando e montando bugigangas que só ele entendia.Tinha no curriculum mais especializações,como pintura artes plásticas,física química e matemática.
 Na parede pendurado estavam estampados os seus diplomas,que ele mesmo dizia não vale nada,diante das minhas possibilidades de por em prática tudo aquilo que tanto me empenhei e investi com muitos sacrifícios,e ia levando dentro das suas posses...

 {Primeira parte o assalto}.

 Numa tarde por volta das 15h00m.Um grande alvoroço na cidade,chamando atenção de todos ao verem tantos policiais em frente uma agência bancária.Era um assalto em andamento.Veio todos os profissionais da área negociadores,
 atiradores de elite civis e militares até o padre se encontrava ali tentando mediar aquele que seria um assalto demorado e desgastante.O contacto com o assaltante deu início já ao escurecer,queriam saber quantas pessoas  encontravam-se no interior da agência.Foi respondido que tinha vinte pessoas entre funcionários e clientes.Pediram então para ele soltar alguns conforme à cada revindicação que fosse acertada.
 Mas o assaltante não respondia.Num determinado momento,abriu-se a porta e começaram à sair,somente os homens,as mulheres todas,sem exceção ficaram lá dentro.Um dos reféns veio de encontro do negociador do "GARRA" Grupo de Repressão de Roubos e Assaltos},e entregou um CD dizendo.
 ___Ele mandou vocês verem a imagem que está gravada aqui!
 Quando abriram a mensagem depararam com cenas curiosas.
Tinha mais ou menos cinco cães mortos e mutilados na altura do pescoço.
 E o vídeo foi passando passo à passo,como é que seria seu plano para sair dali ileso sem violência.Primeiro aparece os cães vivos,com uma coleira e nela adaptada um relógio.Depois aparece um cão daqueles sendo abatido à tiros,e na sequencia quando o cão caí morto todas as coleiras explodem ao mesmo tempo por isso a mutilação.
 Ai veio a explicação escrita.
 Aqui dentro cada mulher tem um relógio colocado no pescoço inclusive eu,adaptei um dispositivo explosivo eletrônico programado movido à pulsação em cada uma,se alguma delas tirar ou parar de pulsar as outras explodem ao mesmo tempo como vocês viram o exemplo nos cães.
 Então vou sair assim que carregar o carro que está no estacionamento,espero não encontrar ninguém lá.
 Depois que eu sair não quero ninguém me seguindo senão executo todas. Terão oportunidade de,depois tentar me pegar. Elas ficarão por mais três horas exatas com o dispositivo ligado após minha saída.Garanto à vocês que depois desse prazo  por mim estipulado,podem tirar sem sem receio de causar quaiquer problemas ou explosões que venha causar danos.
 Deixou todos boquiabertos diante desse elaborado plano.
 E assim fez...

 {Segunda parte a fuga}.

 Carregou o carro com tudo que subtraiu  e saiu calmamente,
 em baixa velocidade desaparecendo na escuridão.Todos adentraram ao banco para certificar que não tinha feridos,Só encontraram as mulheres apavoradas,pois ele tinha deixado assim que saiu as instruções à elas ligadas no mesmo  vídeo.
 No rescaldo não encontraram nada,Foi feito o retrato falado do meliante, era claro mais ou menos vinte e cinco anos um metro e setenta cabelos pretos lisos de óculos,bigode grosso e de poucas palavras,vestindo-se muito bem.Calçava luvas cirúrgicas e uma arma de mão.Ao abordar-nos só disse que colocaria um relógio no pescoço de cada uma e não era para tira-los até que a polícia mandasse.Se fizerem assim ninguém iria se machucar.E nada mais além,se não as ordens dadas para ajudarem à carregar o carro.Disseram as mulheres!

 {Terceira parte o final do plano}.

 O assaltante rodou por umas duas horas Certificando-se que não tinha ninguém no seu encalço ou na rua,via-se só um caminhão velho carregado com fardos de sucata de papelão estacionado com um triângulo sinalizando como se estivesse quebrado.Encostou atrás dando um espaço acionou um controle remoto e a tampa traseira se abriu aparecendo uma forma de garagem coberta por fardos prensados com a reciclagem.A mesma tampa serviu de rampa para subir,desligou o motor desceu se esbarrando na lateral das grades fechadas.Acionou o reverso do controle e fechou,pegou o triângulo e embarcou na boleia.
 Faltava ainda uns quinze minutos para esgotar o tempo por ele estipulado deu partida no velho caminhão e saiu fumaceando estrada à fora como se nada daquilo tivesse acontecido.
 Guardou tudo que tinha usado na fuga até o disfarce lavou o rosto não sei onde pois Anselmo é moreno de cabelo baixo,e foi para casa onde mora com a sua mãe e os irmãos.
 Hoje a única coisa que se sabe de Anselmo até o momento,é que depois de um bom tempo,mudou-se para a Capital e é um empresário com várias lojas especializadas em eletro eletrônicos espalhadas por todos os grandes shoppings do Brasil...


 Ps:

 *{Cada parte tem mais pormenores,se escrever vai ficar ainda 

mais longo}.

 Esse texto,tenho a pretenção de trasforma-lo em roteiro!!!

 Muitíssimo obrigado por me lerem!!!

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

"[RASTO DE SANGUE]".

  
"[RASTO DE SANGUE]".   

 Josa,sujeito pacato trabalhava em uma multinacional no ABCD.paulista.
 Saiu do trabalho pela manhã,tirava no turno das 22:00 às 06:00 horas.
 Chegou no ponto de ônibus já molhado,por que chovia naquela manhã.
 Passou um carro dando-lhe um banho de lama,com jeitinho se limpou e ficou à espera da condução.
 Entrou sentou-se e recostou à cabeça no vidro,lateral,cochilando. Acordou com um socos no ombro e ouviu uma voz dizendo.
 _Não está vendo que o banco é reservado levanta daí!Josa olhou em volta realmente tinha sentado no banco reservado à gestantes e idosaos,mas o coletivo estava quase vazio,pois a viajem que fazia pela manhã,era contro-fluxo do rush.
 Não dando importância nas coisas que ouviu.Recostou-se de novo.
 Passou alguns minutos sentiu um forte tapa na cara que estralou.
 Levantou-se com intenção de trocar de lugar foi agredido com um chute que levo-o ao chão.
 Assim mesmo levantou-se e foi sentar-se lá na frente da condução.
 O seu agressor com um ar sarcástico olhou para Josa e riu,sentando-se naquele primeiro lugar onde ele estava.
 O pacato trabalhador,sem reagir ou dar alarido,tirou da sua mochila o garfo que trazia para se alimentar no trabalho,amassou os dentes levantou-se e desferiu-lhe um golpe tão violento no rosto do seu agressor que o glóbulo ocular saltou para fora.
 O coletivo parou,e Josa com intenção de descer,foi barrado por outras pessoas que ali se encontravam tentando segura-lo.Já com o estado emocional abalado não medindo as consequência foi agredindo que estava ao seu redor.
 Um surto enorme de raiva tomou conta daquele ser que até naquele momento não tinha feito mal a uma formiga sequer.
 Desencadeou-se uma sessão de horror e pavor à todos que ali estavam,mulheres homens o motorista o cobrador todos entraram nesse rasto de sangue que o pacato trabalhador deixou.
 Ia e vinha enfurecido desferindo golpes com aquela arma que tinha na mão,conferindo um a um se já estavam e inerte.
 Foi um saldo de 12 pessoas,entre elas 5 mortos inclusive seu agressor.
 Os poucos que se salvaram da fúria comentaram que.jamais tinham visto tal coisa tão horrorosa como aquela.
 Desceu e saiu andando pela chuva e desapareceu no meio das vielasestreitas da vila próxima.
 Na mesma noite apresentou-se no trabalho como se nada tivesse acontecido tirou seu turno normal,saiu pela manhã pegou o ônibus e no caminho para  casa foi reconhecido denunciado e preso. 

"[A FLOR NO DESERTO]".


"[A FLOR NO DESERTO]".

 Embeleza a árida imagem,sem reclamar!!!

"[A ROSA DO MEU JARDIM]".



"[A ROSA DO MEU JARDIM]".

 Uma linda rosa desabrocha,
 de um exuberante botão,
 foi na minha cabrocha,
 que vi essa transformação.

 Lascivamente encorpou,
 essa maravilha da natureza,
 em cores vivas que pintou,
 demonstrando toda beleza.

 Seus galhos se expandiram,
 por todos os meus cantos,
 e o meu mundo abraçaram,
 com imensos acalantos.

 Essa flor assim cresceu,
 eternizando o doce sabor,
 que da sua semente verteu,
 um verdadeiro e sincero amor...

"[O AMOR UM FATO CARO]".


"[O AMOR UM FATO CARO]".

Por poucos minutos quando paro,
em êxtase profundo de atenção
através da lente do coração,
vejo no amor um fato caro.

Na sinfonia de passarinhos,
num esplendoroso amanhecer,
e no calmo e sublime entardecer,
ao voarem livres para seus ninhos.

Na amplitude do infinito céu,
na fé quando agradeço à Deus,
por mim e para os meus.
e à todos que estão ao léu.

Permaneço vendo o bem estar,
com toda leal esperança,
no inocente sorriso de criança,
que essa paz,espalha-se pelo ar...

"[ESCRITO XX]".


"[ESCRITO XX]".

Quem anda sem rumo,não quer dizer que não tenha prumo!!!

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

"[SANTÍSSIMA TRINDADE]".



"[SANTÍSSIMA TRINDADE]".

 Deus é um exímio poeta,
 o Espírito Santo é a inspiração,
 Jesus Cristo completa,
 com Seu bondoso coração.

 Escreveu em pedras no monte,
 com canetas de fogo do amor,
 os mandamentos que é a fonte,
 da humanidade em seu favor.

 Inspirou a sagrada escritura,
 para o mundo ela seguir,
 nem precisa de cultura,
 para as Suas palavras sentir.

 De gênesis ao apocalípse,
 leva-nos ao entendimento,
 elevando-nos ao àpice,
 do mais puro sentimento...

"[ESCRITO XIX]".



"[ESCRITO XIX]".

 A unica vantagem do ignorante,é não saber mentir!!!

"[A JARDINEIRA]".



"[A JARDINEIRA]".

Morávamos num vilarejo ribeiro da Barra do rio Pitangui,uns 40 Km.da cidade.
Era uma comunidade de trabalhadores na conservação de um trecho da antiga rodovia do café no Paraná.Como o transporte coletivo naquela época era precário,usava-se como condução uma velha jardineira dos anos 50.Saía do ponto inicial todos os sábados de manhã,bem cedinho.
Quase todos os moradores se locomoviam para a cidade para fazer compras e alguns levavam produtos da região,para barganhar com produtos industrializados.
Bem vamos ao assunto:
Essa jardineira era usada para todos os fins de transporte,como animais, produção agrícola enfim,tudo que se possa imaginar.Numa sexta feira a Dona Sebastiana,esposa do Seu Donatilho ,que era o proprietário da única vendinha que existia por ali,entrou em óbito,e o esposo pegou a condução  e foi à cidade para comprar o caixão para sua esposa.
Comprou e amarrou em cima no porta bagagem que tinha no teto pelo lado de fora da jardineira.À tarde na volta ela vinha super lotada não tinha lugar nem onde por um dedo,de tão lotada que estava,era mercadoria sacos e sacos de alimentos enfim não cabia mais nada dentro daquela pequena condução.
E deram partida na viajem,o chofer anunciou..."Lá vamos nós rumo à Barra".No trajeto já num lugar chamado Bocaina,um passageiro deu com a mão e o chofer parou.Com sacrifício abriu a porta e disse...Não cabe mais ninguém aqui se você quiser pode embarcar ai em cima,se segure bem que não tem perigo.E o rapaz concordou,subiu deu uma batidinha no teto e continuaram a viajem.
Em certa altura antes de passar um córrego que se chama
Passo,começou à chover fino mas constante.O passageiro solitário então para não se molhar entrou no caixão que lhe fazia companhia ali em cima.Acabou dormindo com o barulho da chuva na tampa do caixão.Mais adiante em frente na entrada de uma fazenda chamada de Capão do Meio,estavam à espera da condução três trabalhadores da referida fazenda.
Parou de novo e falou a mesma coisa para eles,só acrescentou... "Façam companhia para aquele que já está lá"!!!
Subiram a escadinha,e olharam o único que lá estava era o caixão amarrado pelas alças.Um olhou para o outro meio desconfiado,e com um certo medo,pois já estava escurecendo.Mas quem dorme a tendencia é acordar é claro.E o rapaz acordou,levantou a tampa do caixão e perguntou meio sonolento.Parou a chuva?
Não obteve resposta nenhuma,só viu os três pularem com a condução andando,no meio da estrada cascalhada e molhada pela fina chuva que caiu... 

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

"[O MATEMÁTICO]".


"[O MATEMÁTICO]".

Jardel Fonseca,desde menino era apaixonado por números,perdeu uma namorada de tanto que gostava de fazer cálculos,loterias pentagramas.Tudo que condiz com 1-2-3-4-5... e etc...sempre estava envolvido.Fez fortuna,virando um empresário de renome obviamente mexendo com números.
Casou-se com Valéria,uma astróloga conceituada no meio astrológico nacional.Tiveram um casal de filhos Jardel Jr. e Valeriana.
E  cada vez mais seu patrimônio aumentava à galope.
Um belo dia de manhã,após seu  breakfast,saiu para seu escritório que era à um quarteirão da sua casa.Segundo ele,dava 1634 passos da sua mesa,até a outra mesa,a do seu trabalho.Até isso ele contava.
Como de costume caminhava pela calçada todos os dias religiosamente às 08h50m.Teve uma surpresa desagradável,acompanhada de tremendo susto,quando foi abordado por dois homens encapuzados anunciando um sequestro.Sem esboçar reação alguma preocupou-se em obedecer o que lhes mandavam fazer.Vestiram-lhe um saco preto na cabeça tirando logo sua visão.
Colocaram no ao porta malas de um carro e saíram,primeiro em alta velocidade depois quando viraram a esquina ai sim maneiram e dirigiram normalmente.
Passados alguns minutos mais ou menos uns 20,sentiu que o carro parou,abriram o porta malas e retiraram-no daquele desconfortável compartimento.
Andaram alguns passos e tiraram o saco da sua cabeça,mas continuaram encapuzados de arma na mão um deles falou.Se concordar com nossas exigências nada de mal vai te acontecer.Jardel fez sinal de positivo com as mãos mesmo amarradas.
Ali começou a negociação ele mesmo negociou com os sequestradores.Teve um fato interessante tudo que estava se passando com ele esteve à todo momento calmo e sereno.
Resolveu tudo no mesmo dia,desde o saque até a entrega do dinheiro que na verdade ele tinha no seu cofre particular no escritório.
À noitinha já estava em casa,como se nada tivesse acontecido.
Única pessoa que ficou sabendo desse fato foi a sua secretária Manoela,funcionária de confiança dele porque foi ela que fez a entrega do resgate conforme a arquitetura dos meliantes.
No outro dia religiosamente às 08h50m ali estava Jardel de novo contando seus 1634 passos rumando para o trabalho.
Despachou normalmente fez algumas ligações,e aguardou uma visita agendada através de uma das ligações que deu naquela manhã.
Recebeu em seu escritório um delegado de polícia do GAS,{Grupo Anti Sequestro},e relatou o fato.
O policial fez-lhe as perguntas de praxe não acreditando muito que não demorou  quase nada esse crime,considerado hediondo.
Sem elementos concretos o delegado perguntou.Você só tem isso para falar?Ele respondeu que sim.Ai o policial fez uma cara,e disse. Assim fica difícil desvendar esse seu sequestro,e foi embora.
Jardel passou aquele dia todo na rua,andando de carro.À tarde ligou para o Delegado e disse,eu já descobri o cativeiro que fiquei em cárcere privado.O delegado atônito respondeu.Como?Jardel falou,venha aqui que te mostro.E assim o policial fez.Antes mesmo de descer do carro,Jardel entrou sentou-se abotoou o cinto de segurança, e disse, pode tocar...vamos lá.E foram andando em frente e Jardel dando as coordenadas até chegarem no local do cativeiro.
O que o delegado achou  estranhou,foi que Jardel quando ele estava coordenando o caminho ficou o tempo todo com os olhos fechados.só falava quando tinha que virar para esquerda ou para direita.
O endereço foi dar na casa de um dos seus analistas financeiro,que trabalhava com ele já à muito tempo.
O delegado chamou reforço,adentraram na casa e já foram direto para um comodo recém construído nos fundos da residência.
Prenderam o rapaz que logo confessou o crime.
No preenchimento do inquérito o delegado quis saber,como foi que ele fez para chegar ao cativeiro assim tão depressa.Jardel tirou do bolso um papel rabiscado com umas linha tortas,e em cada canto  que dobrava a linha  tinha um número,e ele falou foi assim.Pelo menos eu sei rabiscar no escuro contei o tempo em números,e cada vez que o carro virava eu anotava.Sempre tive uma caneta e um bloquinho de papel no bolso interno do meu paletó.
O resgate foi devolvido e os dois ficaram em cana!!!

"[AMIGO DE VERDADE]".



"[AMIGO DE VERDADE]".

 Dois amigos de trabalho e de bar.Mas,amigos mesmos.eram Julio e Felício.Julio um negro alto forte por isso era chamado de "Julião",e Felício,por ser um negrinho muito magro levava o apelido de "Carcaça"
 Trabalhavam numa plataforma férrea em cargas e descargas de vagões.
 Certa tarde,ao saírem do serviço dirigiram-se diretamente para o bar.
 Como "Carcaça",teve um desacerto no dia anterior,com a mulher em casa,Encheu o cara de cachaça,que não era muito do seu costume,bebia sim,mas moderado esse dia passou dos seus próprios limites.
 Julião,vendo o amigo naquele estado maneirou,mas bebeu também só que bem menos do que estava acostumado."Carcaça",em certa altura já bem alto o mundo começou a virar,foi para o banheiro desafogar o revertério da sua bebedeira,jogando tudo para fora ,inclusive sua dentadura.
 Voltou para o salão do bar já bem melhor mais ainda meio grogue.
 Despediu-se do amigo só com um aceno tomou seu rumo e foi-se embora.
 Julião também,pagou sua conta despediu-se do dono do bar,mas antes foi ao banheiro.Chegando lá,deparou com uma cena deplorável,nas paredes,no chão em tudo que era canto daquele pequeno comodo.Chamou-lhe a atenção um objeto no chão,era uma dentadura que ali estava.Ele fez o que tinha de fazer,pegou a dentadura lavou e guardou.
 No outro dia "Carcaça"apareceu para trabalhar totalmente banguelo,o seu melhor amigo até estranhou a quietude dele e perguntou.Que foi que ta quieto hoje brigou com sua dona de novo?
 Ele só balançou a cabeça com sinal de não,e mostrou para a boca,como quem diz...Não posso falar.Mas amigo,que é amigo se preocupa e insistiu.Que foi que aconteceu?Carcaça" com vergonha de contar,que tinha perdido a prótese mentiu dizendo que ao comer uma carne meia dura ela quebrou.Julião fez que entendeu,e carinhosamente ofereceu-se para o amigo na intenção de ajuda-lo e disse.Sabe "Carcaça" eu há muito tempo achei uma dentadura e guardei ali no meu armário,vamos lá que te mostro quem sabe com alguns ajustes você pode usa-la e você volta à sorrir.Meio sem graça concordou,e foram para o vestiário.
 Julião então abriu o armário,e tirou de dentro aquela peça,que naquele momento seu amigo tanto precisava.Entregou-lhe e falou,lave e prove,quem sabe vai servir.
 Carcaça" demostrando pouco interesse,fez o que o amigo lhe mandou.
 Quando colocou,afirmou no seu maxilar superior,deu um sorrisinho amarelo e olhou-se no espelho,como mulher que passa batom.
 Virou-se e deu um abraço em seu amigo,e sorrindo falou...
 Sabe meu querido amigo,até parece que foi feita para mim,Ficou melhor do que aquela porcaria que eu usava.
 Na mesma tarde,como de costumes foram para o bar de novo!!!
 E a vida continuou para esses dois amigos!!!

"[ESCRITO XVIII]".


"[ESCRITO XVIII]".

 O homem torna-se totalmente invisível,quando acaba seu dinheiro!!!

"[O MAIS LINDO ALVORECER]".


"[O MAIS LINDO ALVORECER]".

Amanheceu irradiante o dia,
no fundo da minha memória,
onde começou a alegria,
num ponto da minha estória.

Clareou aquela viva imagem,
da moça,menina,mulher motriz,
de força,energia  e coragem,
extremamente bela e feliz.

Cristalizou o solidário orvalho,
que umedece e alimenta a flor,
esculpindo monumental entalho,
de um imenso e memorável amor.

Esse lindo,maravilhoso alvorecer,
concretizou a mais pura emoção,
de um vivo e eterno querer,
dentro do quase morto coração... 

domingo, 19 de fevereiro de 2012

"[MANHÃ DE CARNAVAL]".


"[MANHÃ DE CARNAVAL]".

Amanheceu avenida vazia,
em silencio profundo,
só restos que se via,
do que era um vivo mundo.

Sem ouvir o som da bateria,
as luzes são trocadas pelo sol,
acaba ali a beleza e a euforia,
quieta póstuma no hall.

Enormes carros alegóricos,
com suas cores já sem vida,
mostra os adereços melancólicos,
assim permanecem na saída.

O maior espetáculo da terra,
de sonho amor e alegria,
nessa linda manhã encerra,
o imensurável sabor da folia.

Fantasia pendurada de bamba,
pés descalços à andar sem medo,
pernas cansadas pelo samba,
caminhas feliz à cantar o enredo...